terça-feira, 29 de abril de 2008

Até você Fenômeno?

(Ronaldo comemorando gol no Milan)


Até você Fenômeno?

Pois bem. Tantos escândalos que estamos acompanhando diariamente envolvendo personalidades importantes do esporte põem na mídia hoje nada mais, nada menos, que Ronaldo Nazário, o “Fenômeno” do Milan.
Depois de Casagrande da Globo, Jardel, ex-Grêmio, agora é a vez de Ronaldiiiinho (para Galvão Bueno) estar envolvido com algo, que, se não é droga, é muito pitoresco. Pôxa Fenômeno, envolvido com travestis!
A Assessoria de Imprensa do atacante fala em extorsão. O fato (não sou o dono da verdade) é que Ronaldo quis se divertir com algumas garotas em um Motel no RJ, e chegando lá percebeu que as meninas, não eram tão “meninas assim”.
As últimas notícias tratam nítido como extorsão contra o ídolo. A verdade é que Ronaldo tornou-se um ídolo pelo esporte. Só não pode se esquecer que sem o esporte ele se torna uma pessoa comum. Como eu, você ou qualquer outro que faça uma função “normal” de trabalho.
Acompanhando os veículos de comunicação percebe-se quem gosta e quem “não gosta” do ex-Fenômeno. A Band, no programa da Renata Fan e Cia Ltda. desceu a ripa no jogador, falando que ele, do jeito que vai, não volta mais a jogar bola. O “comentarista” Neto chegou a frisar que Ronaldo só dá entrevista para a Globo (isso em rede nacional!)
O Globo Esporte nem tratou sobre o assunto. Preferiu deixar para o Jornal Hoje, com conteúdo jornalístico, para não falar policial, visivelmente inocentando o atacante do Milan.
Culpado ou inocente? Na real gosto muito do Fenômeno. Estava acostumado na minha adolescência a vê-lo brilhar. Com ele em campo literalmente não tinha placar em branco. Já com seus 30 anos parece que passou do ponto para um artilheiro que decide jogos.

Segue em anexo, release do site globoesporte.com

Ronaldo avisa que não irá mais à delegacia

O atacante Ronaldo voltou a divulgar um comunicado oficial nesta terça-feira para se defender da polêmica envolvendo travestis no Rio de Janeiro. Segundo o jogador, ele não irá mais à delegacia para depor, como espera o delegado Carlos Augusto Nogueira, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca).
O craque do Milan afirmou ainda que seguirá com sua rotina normal no tratamento da cirurgia no joelho esquerdo. Confira a nota de Ronaldo na íntegra:

"Diante dos últimos acontecimentos, é necessário esclarecer primeiramente que não foi registrada nenhuma queixa-crime contra o atleta Ronaldo, o que encerra qualquer possibilidade de o jogador comparecer à delegacia. Militante de causas sociais, Ronaldo jamais foi usuário de drogas, sendo sempre idolatrado e admirado por crianças e adolescentes do Brasil e do mundo. Os indícios apontam para uma tentativa de extorsão, onde o atacante do Milan é a única vítima e, se necessário, tomará as atitudes cabíveis”. Tratamento: a rotina de Ronaldo continuará a mesma, com sessões de fisioterapia em três períodos diários: manhã, tarde e início da noite. O jogador já atinge 110 graus de movimento sem dor na articulação do joelho esquerdo e terá uma última consulta com o médico francês Gérard Saillant no início de maio, em Paris."

Por hoje era isso.
Sem mais, abraços.

Lucas Maraschim Matias

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Jardel, drogas e Regis Roesing

(Foto de Jardel, nos tempos de artilheiro do Grêmio em 1996)


Sempre que vamos a um restaurante com a família, amigos ou namorada, brinco com os garçons. Aprendi com meu pai (de tantas coisas legais que ele já me ensinou, esta é mais uma delas) a chamar os garçons, sim aqueles que trazem bebidas, comidas e tals, de Jardel.
Meu pai (ainda não é velho, para chamar de velho pai) me explicou que Jardel era um grande garçon no futebol, atacante do Grêmio e do Vasco, que chegou até a jogar pela seleção brasileira, nos idos de 1996/1997. Fazia uma dupla imbatível com Paulo Nunes, na conquista da América pelo Grêmio em 1995.
Pois bem, ontem Jardel novamente foi destaque. Mas desta vez, o grande Jardel que fez várias crianças e jovens gremistas ficarem em êxtase com gols e grandes atuações, foi destaque como mais um jogador envolvido com drogas.
Hoje com 34 anos, Jardel concedeu uma grande entrevista para o ótimo Regis Roesing. O cara realmente é muito bom (falo aqui do repórter). Com uma pauta polêmica em mãos ele novamente mostrou porque é um dos melhores (senão o melhor) repórter esportivo do Brasil na atualidade.
Régis Roesing iniciou a reportagem, com duração de mais de 10 minutos, falando sobre a época em que conheceu Jardel. Por se tratar de uma matéria pessoal, de uma revelação bombástica do ex-craque, iniciou falando sobre quando conheceu o grande artilheiro Jardel. Novamente Regis Roesing foi brilhante. Mostrou que é um repórter diferenciado dos demais no mercado. Não limitou-se em contar o fato. Sim, o fato é que Jardel é mais um jogador envolvido com drogas. O atacante falou sobre seu envolvimento com a cocaína, a luta para se livrar dela e a vontade de voltar a brilhar nos gramados do país.
Regis Roesing contou ontem também com um repórter cinematográfico muito bom. Meu colega de faculdade Aroldo Pereira certa vez me disse que os câmeras brigam para trabalhar com Régis. Deve ser mesmo, pois a qualidade da imagem e do áudio devem andar juntos na TV.
Uma má notícia mas que soube ser trabalhada de forma maravilhosa por Regis Roesing. Merece um comentário. Jardel, depois de uma carreira de sucesso no Brasil e na Europa, jogador que acabou entrando em contato com as drogas, teve depressão e se separou da mulher possa voltar a jogar futebol. Jardel pediu uma chance de voltar ao Grêmio. Chance que de imediato foi rechaçada pelo vice de futebol André Krieger. Dos males o menor. Boa sorte para o Jardel. Que ele se livre da cocaína.
Por hoje era isso.
Boa segunda-feira a todos
abraços
Lucas Maraschim Matias

sexta-feira, 25 de abril de 2008

40 anos de 1968

Então. Para a aula de hoje do professor Rafael ele fez um questionário. Nós temos que responder uma série de perguntas e aquela coisa toda. Porém, uma das questões me chamou a atenção. 40 anos de 1968. Que Diabos é isso? hehehee
está aí pra vcs!
No ano de 2008 vamos celebrar 40 anos do que podemos chamar de "revoluções de 1968" que marcaram a sociedade mundial e foram essenciais para lutas como os direitos dos trabalhadores e das mulheres.
Os meios de comunicação já estão atentos a essa celebração e já começaram a publicar textos e imagens que discutem a importância global de 1968, a revista Época já fez sua parte.

Um pouco de História

Para quem não sabe o que o ano de 1968 significou para a sociedade aqui vai alguns dados para se situar:- As lutas que cercaram o mundo foram compostas por estudantes, trabalhadores e vários movimentos sociais;- A principal reivindicação era a igualdade social, problema apresentado em todos os países do globo inclusive, os ricos;- Nos EUA, a sociedade vai as ruas contra a Guerra do Vietnã que ainda estava longe de acabar;- No Brasil, a ditadura militar e todo seu “endurecimento” com o AI-5 eram alvo das manifestações;- O movimento feminista ganha força com a idéia de liberdade sexual e do controle da mulher sobre seu corpo;- Na França, os trabalhadores lutam por melhores salários e os estudantes defendem o ensino público;- O movimento hippie ganha força na tentativa de ir contra a sociedade de consumo;- Na Tchecoslováquia acontece a Primavera de Praga, levante nacional contra a dominação soviética, reprimida com muita crueldade pela URSS;- Mesmo não sendo caracterizada como uma revolução nos moldes tradicionais, 1968 pode ser chamado de ano das revoluções que mudaram sociedades e causaram rupturas;- Os manifestantes mantinham a ideologia socialista mas sem negar as atrocidades na Tchecoslováquia, portanto, pregavam uma sociedade livre de qualquer tipo de governo.Duas pichações feitas nos muros da Universidade de Berkeley em 1968, retratam os anseios dos manifestantes: a felicidade e a liberdade.
“A felicidade é o poder estudantil.”
“A ciência política não fala de felicidade.”
Fontes: Revoluções do século XX, Valladares, Eduardo &Berbel, Márcia. Editora Scipione. São Paulo, 2003.Toda a História-História Geral e História do Brasil, Arruda, José Jobson de ª & Piletti, Nelson. Editora Ática. São Paulo, 2004.
Bom final de semana
Lucas Maraschim Matias

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Procura-se um culpado

Texto do excelente Juremir Machado da Silva. Correio do Povo de hoje.

PROCURA-SE UM CULPADO

O assassinato da menina Isabella transformou-se em obsessão no Brasil. Há quem garanta que a culpa é da mídia. Passam-se os dias e o interesse permanece. O argumento dos que culpam a imprensa tem a sua parte de verdade, como todo sofisma. A morte brutal de uma criança branca e de classe média parece ter todos os ingredientes exigidos pela mídia para um reality show. A televisão, sempre tão aberta a folhetins violentos, tem explorado o acontecimento sem o menor pudor. Os espíritos mais lineares, nem por isso menos racionais e convincentes, comprazem-se em afirmar que outros assassinatos de crianças não ganham a mesma atenção. Há nessa competição pelo espaço reservado à morte uma perversidade incontida, como se uma espécie de luta de classes ressuscitada, ou uma busca doentia pela visibilidade no mundo do espetáculo, ultrapassasse todos os limites da vida. É certo que a mídia encontrou um assunto à altura dos seus apetites mais baixos. Mas, ainda assim, parece existir algo mais. O indiciamento do pai e da madrasta de Isabella abriu duas perspectivas opostas. De um lado, convencidos por antecipação, aqueles que, de certo modo, encontram uma satisfação mórbida na possível culpa do casal. De outro lado, sem razão fundamentada, aqueles que rezam pelo aparecimento da famosa terceira pessoa, um louco, um fanático, um desesperado, um desvalido qualquer capaz de modificar o curso dessa tragédia familiar e nacional. O aparecimento de um culpado estranho à família, um tarado, um psicopata, talvez viesse redimir o país inteiro. Se os pais, aqueles que devem proteger um ser indefeso, não forem os culpados, é possível que cada um de nós possa ingenuamente voltar a crer na humanidade.Há, com certeza, exagero nessa postura simplória. O problema é que muitos podem estar sentindo algo como um 'efeito Isabella'. Uma sensação de que o egoísmo do mundo atual atingiu o seu ápice. Termos praticamente fora de uso voltaram à tona com um sentido antes reservado aos contos de fada. É o caso de madrasta. Essa palavra, sem dúvida, caracteriza funcionalmente a situação de Anna Carolina Jatobá. Apesar disso, cada vez que é pronunciada remete a um imaginário tenebroso de bruxa má. Estaremos todos querendo expiar culpas transferindo-as ritualmente para uma madrasta? Ou, ao contrário, estamos sonhando com a inocência do casal para nos sentirmos também inocentados? A entrevista dada pelo casal à televisão, se a culpa dos dois for cabalmente provada, entrará para a história da cultura brasileira como um 'caso de escola'.Seria possível alguém mentir assim diante de um país inteiro? A alma humana foi observada pelo buraco da câmara. A Nação viveu um 'Big Brother' estarrecedor por meia hora. Chegamos ao máximo da obscenidade, a cena sem qualquer véu. Enquanto as ditas provas técnicas se acumulam, apresentadas por uma Polícia científica e que tudo deixa vazar, cresce o desejo sincero de muitos de que toda essa objetividade desmorone. Nada contra a Polícia. Nada em benefício de possíveis 'monstros'. Tudo em favor de um retorno da inocência, uma volta à ordem natural das coisas, com os pais de guardiões dos filhos. Até a hipótese do 'acidente' ou do surto, com uma estratégia posterior de encobrimento por desespero, encontra defensores honestos. Aceita-se tudo, menos a intenção de matar. Ou haverá gozo nacional na dor alheia.
Texto: Juremir Machado da Silva
Correio do Povo, página 4.
Edição de hoje, quinta-feira, 24 de abril de 2008.

Caso Isabella: Quem está com a verdade?


Novamente o caso Isabella é o fato. O Brasil inteiro pára observando e esquecendo de seus afazeres para saber quem foi que praticou um dos atos mais repugnantes da história (segundo a grande mídia) contra a menina indefesa.
Folheio a edição de hoje do Correio do Povo e, entre meio a euforia pela vitória maravilhosa do Inter ontem contra o Paraná, onde o Campeão do Mundo FIFA enfiou 5 na ex-toca, encontro fatos que movimentam trazem novas informações. Algumas coisas (a grande maioria) nós todos estamos cansados de saber, outras vem pintando com o passar dos minutos, sempre veiculados ferozmente pela imprensa.
Em uma página central do Correio do Povo, edição de hoje, leio que o programa “SuperPop”, de Luciana Gimenez, da Rede TV! (programa mais lixo que já vi!) recriou no estúdio, dias atrás, o apartamento dos Nardoni. Sim. Recriou o apartamento sem esquecer das camas e a rede da janela. Coisa de sensacionalismo idiota mesmo. Quem diria, o terremoto de 5,2 graus na escala Richter, que ocorreu com mais intensidade no estado de São Paulo, a potência da mídia, não recebeu tanta atenção quanto o crime da menina Isabella.
Acompanho também a revista Veja desta semana. Claramente, a capa já condena Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá. Um trabalho gráfico, uma capa preta, talvez para dar a impressão (sempre na subliminaridade) de um país em luto. Perdoem-me os amigos, mas a Record não consigo mais assistir. Até gostava do Balanço Geral, porém depois de algumas coisas que vi, “peguei nojo”(num linguajar bem regionalista).
A verdade é esta, estão procurando culpados. A mídia tem culpa? Talvez. A prepotência da justiça atrapalhou as investigações? Talvez. A verdade (perdoem-me o jargão), é que ninguém sabe 100% da verdade. Agora suspeita-se até que o local do crime foi “maculado”, pelo pai de Alexandre e pela irmã dele...
Texto:
Lucas Maraschim Matias

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Rádio - citando Ferraretto



Então. Cada vez mais aperta o tempo, devido aos trabalhos de faculdade e as pesquisas do dito TCC. Estou vendo muitas coisas em livros para ter uma fundamentação teórica no meu tema, que envolve (lógico) o Rádio.
Cito aqui algumas colocações transcritas na página 23 do livro “Rádio – o veículo, a história e a técnica, de Luiz Artur Ferraretto. Um livro muito bom que faz uma avaliação, desde os índices de audiência do Rádio no Brasil e no mundo. Estou gostando da leitura e compartilho com vocês.

RÁDIO

Meio de comunicação que utiliza emissões de ondas eletromagnéticas para transmitir a distância mensagens sonoras destinadas a audiências numerosas. A tecnologia é a mesma da radiotelenovela (ou seja, transmissão de voz sem fios) e passou a ser utilizada, na forma que se convencionou chamar de Rádio, a partir de 1916, quando o russo radicado nos Estados Unidos David Sarnoff anteviu a possibilidade de cada indivíduo possuir em sua casa um aparelho receptor. Rabaça e Barbosa acrescentam ainda:

“Veículo de radiodifusão sonora que transmite programas de entretenimento, educação e informação. Música, notícias, discussões, informações de utilidade pública, programas humorísticos, novelas, narrações, de acontecimentos esportivos e sociais, entrevistas e cursos são os gêneros básicos dos programas. Serviço prestado mediante concessão do Estado, que o considera de interesse nacional, e deve operar dentro de regras preestabelecidas em leis, regulamentos e normas”.

É isso por hoje.
Boa quarta-feira a todos
Abraço!


Lucas Maraschim Matias

terça-feira, 22 de abril de 2008

Empate em casa adia classificação


Disputa pela bola na intermediária do Real/CTM
Jogada pela lateral-esquerda do Real

Na jogada Jossiel (9) e Marcelinho (11)
Atacante Jossiel Loquinho no arremesso lateral


EMPATE EM CASA ADIA CLASSIFICAÇÃO

Real Promorar não jogou bem e empatou em casa contra a boa equipe do Oeste/Verona de Chapecó na Baixada

Com o desfalque do artilheiro Chiquinho, somado a preocupação de ter 3 jogadores pendurados com 2 cartões amarelos o técnico Valdir mexeu novamente no esquema tático da equipe do Real Promorar no jogo do último domingo.
Voltando ao esquema 4-4-2 a equipe não teve a força necessária para vencer o adversário, o Oeste Clube Verona de Chapecó. Adversário que, aliás, conta com jogadores importantes como os ex-profissionais Zanata, Índio e Rodrigo Carlesso.
O jogo começou com o Real indo pra cima. Logo aos 5 minutos, Leandrinho, na primeira jogada pela direita passou com muita velocidade pelo lateral Fogueira e cruzou no primeiro poste para Marcelinho chegar empurrando para as redes: Real 1 a 0.
O Oeste acordou para a partida e passou a pressionar. A posse de bola era maior da equipe chapecoense, mas não se traduzia em gol. Aos 45 minutos após uma bola alçada para a área, a zaga falhou, reclamando impedimento e o atacante Índio, sozinho, só deslocou do goleiro Márcio. Tudo igual, 1 a 1.
O segundo tempo seguiu com o Real sendo pressionado pelo Oeste, mas graças ao goleiro Márcio o placar se mantia num empate. O atacante Jossi Loquinho perdeu a melhor oportunidade, numa bola na entrada da área chutando para fora.
Ao fim do jogo um princípio de confusão e muita reclamação com a arbitragem por parte dos atletas do Real Promorar. Reclamações a parte, o placar ficou tudo igual no 1 a 1 na Baixada. O empate obrigou a equipe cedrense a vencer seu último compromisso no próximo domingo na cidade de Campos Novos, contra o já eliminado Cooper Campos.


REAL PROMORAR/CTM MINOSSO
1 – Márcio
2 – Luizinho Valgoy (A)/13 - Lucianinho
3 – Robertinho
4 – Névio (A)
5 – Pão
6 – Marquinhos
7 – Leandrinho
8 – Mauricio (A)/ 16 – Gean Cristófoli
9 – Jossiel Loquinho/ 15 - ET
10 – Eider (A)/ 17 – Julio Wagner
11 – Marcelinho/ 18 - Carioca

Técnico: Valdir da Silva

OESTE CLUBE/VERONA
1 – Alberto
2 – Caibí
3 – Buiú
4 – Zanatta
5 – Cleidir
6 – Fogueira
7 – Gelsinho/18 - Bugica
8 – Edson Negão (A)
9 – Índio
10 – Rodrigo Carlesso (A)
11 – Souza/ 16 – Café

Técnico: Nelsinho

Árbitro: Carlinhos Centofante
Auxiliar 1: Ademir Tedesco
Auxiliar 2: Clóvis Guimarães (trio de Concórdia)
4º Árbitro: Nelson Pereira Matias
Delegado: Jocimar Besutti
Texto: Lucas Maraschim Matias